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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

24 de Novembro – A necessidade de regresso a Portugal

A realidade é que tudo muda de um dia para o outro.

Infelizmente já sabia, por vivência, que essa era a única certeza que poderia ter não esperava era vivê-la. Quando inseri o post de dia 21 estava longe de pensar que, durante uma manhã, algumas das prioridades iriam mudar e me iriam levar a Portugal nessa mesma noite.

O pai da Patrícia deu entrada no hospital, ficou internado e, nessa altura, temi que fosse algo grave e, por isso mesmo, pedi para regressar a Portugal antecipadamente.

Nesse momento tive um apoio incondicional e, sem qualquer hesitação, proporcionaram-me todas as condições, com total liberdade, para regressar. E assim foi... Quando regressei do almoço julguei que as coisas tinhas piorado e, às 14 horas, já sabia que tinha que estar no aeroporto antes das 18.

Tudo aconteceu muito rápido e a descarga emocional deu-se no voo. Dois longos períodos com arrepios de frio foi a forma que o organismo encontrar para descarregar tudo aquilo que se acumulou durante o dia.

Felizmente, alguns dias depois, havia a certeza que nada de grave se passava. Tinha sido “apenas” uma hemorragia gástrica com perda abundante de sangue. Finda a hemorragia e repostos os níveis normais tudo se resume, para o futuro, a uma dieta um pouco mais cuidada. Felizmente tudo não passou de um grande susto.

Fiquei em Portugal até ao natal e, por isso mesmo, deixaram de existir notícias da Terra Avermelhada a partir desta data. De qualquer forma, em terras lusas, recebi um fantástico acolhimento e acompanhamento de dois colegas muito especiais. Paulo e Mário agora “electronicamente” o meu obrigado pela compreensão, acompanhamento e preocupação.

Fiquei surpreendido quando, vendo-me na sede da empresa, um colega e amigo me perguntou “e agora quem é que actualiza o blog”. Confesso que foi uma surpresa agradável... Um abraço Pedro e parabéns pela “paciência” que tens tido para ler os testamentos que, eu sei, são um bastante extensos...

Aproveitei a ida antecipada para estar com alguns amigos. Acabou por ser um “recarregar de baterias” muito agradável. Infelizmente não foi possível estar com todos... Vamos falando porque, felizmente, hoje em dias a tecnologia encurta, em muito, a distancia.

Aos amigos especiais, pelas “forças adicionais”, aqui fica tmbém o meu sentido obrigado.



2 comentários:

Anónimo disse...

Porque passem os anos que passem nunca vou poder agradecer aquilo que fizeste, porque realmente só nós sabemos, por tudo isto e muito mais, mas sobretudo pelo teu amor, obrigada!

repórter de improviso disse...

Obrigado "Anónimo".

Mas deixa-me dizer-te que já tenho namorada. E ela não vai gostar muito de ler isto...

ihhihihihihihi

Obrigado também pelo teu!!!

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