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domingo, 9 de maio de 2010

8 de Março – Rio Longa Dia 3

Pois é…

O que é bom acaba depressa. Depois dos fantásticos dias de descanso e praia chegava a hora de dizermos adeus e regressarmos a Luanda.

Não o poderíamos fazer sem deixar “a nossa marca” no livro do complexo.

Pelo seu aspecto tão rudimentar e característico, não poderia deixar de mostrar uma fotografia da sua capa:


E já agora… Aqui fica, numa magnifica tirada artística da Andreia, “a nossa marca”:

(não.. não foi uma criança de 3 anos a fazer este desenho…) :P

Um “adorno” da varanda do restaurante 


Chegada a hora… De regresso a casa… Esta fotografia foi tirada a meio do percurso que fizemos de kaiake. Imaginem-se aqui sem qualquer ruído incomodativo…


Um “navegador local” a meio do nosso percurso até ao parque de estacionamento. Um barco talhado à mão, claro está, em madeira…


Cais de chegada…

7 de Março – Rio Longa Dia 2

Ao acordar o dia não parecia muito promissor…



Felizmente pelas 9.30 o dia melhorou e permitiu-nos disfrutar da maravilhosa praia.

Para a história fica uma “sessão de carinho” entre mim e o “Louis”.

Resultado do seu desejo de brincar com o “papagaio” do Ludgero…

Reza ainda para a história uma “amizade” um pouco incomodativa que todos os hópedes deste fim-de-semana tiveram no complexo. Alguém era “um pouco incomodativo e inoportuno”.

Eheheheeheh

E finalmente um último episódio…

O episódio dos “dois artistas” (eu e o Ludgero) que decidiram ir dar a volta de kaiake à “ilha” onde fica o complexo. Um passeio muito agradável, sem dúvida, de comunhão com natureza. A total ausência de ruído fe-nos sentir num local paradísiaco, muito devido às tonalidades verdes da vegetação.

Fantástico não é?

Sem dúvida… Mas passado cerca de uma hora saber que, no percurso que tínhamos feito, tinham sido visto jacarés (com cerca de 4 metros) deixa-nos a pensar… Nessa altura imaginei o que seria termo-nos cruzado com eles… Correu tudo bem e, para a memória, fica apenas o registo daquele passeio, felizmente!!!

Desse dia apenas 3 fotografias…

“O cais” de chegada à praia:


O mobiliário de apoio à praia perto de outro pôr-do-sol, igualmente agradável mas menos “marcante”.


E mais uma brincadeira com o pôr-do-sol

6 de Março – Rio Longa Dia 1

Mais uma oportunidade para conhecer algo diferente neste vasto país. Mais uma vez, a minha descoberta foi feita com o grupo de amigos que me “adoptou”. Um fim-de-semana no Complexo do Rio Longa!

Mas o que é o Complexo do Rio Longa? A definição inicial que ouvi foi semelhante a esta: “um complexo turístico muito bom para descansar, em plena praia”. A definição colocou as expectativas bem altas…

Na realidade este relato começa no dia 5…

Porquê? Porque, depois da definição inicial, estava na altura de saber mais pormenores, e foi no dia 5 que a Andreia me disse: “O local não tem electricidade nos quartos, só tem rede de telemóvel num local muito específico, não tem nada para fazer à noite, e é um local com mosquitos portanto não te esqueças do repelente. Nós deixamos o carro num estacionamento e vamos de barco para lá… Ah, e temos que levar lanternas!”. A minha primeira reacção foi de espanto. E a segunda? De negação… Julgo que me saiu algo do género “O quê? Mas se é assim porque é que vamos para lá?”. Ela esboçou um sorriso bem audível e perguntou se já estava preocupado porque seria díficil falar com a minha metade. Bom… Esse era um dos factores, sem dúvida mas, para além disso, estava também admirado porque a definição inicial não fazia antecipar tamanhas privações…

Depois de desligar o telefone, uma vez que tudo já estava combinado, pensei “e porque não? Pode ser uma aventura engraçada”. E lá fui eu para casa, infelizmente, trabalhar até às duas e meia da manhã (sendo a partida às 6).

O percurso é pacífico… O complexo fica cerca de 50 km mais a sul de Cabo Ledo e, por isso mesmo, os problemas de trânsito resumem-se ao trânsito da cidade. O restante percurso, após Benfica, é apenas perigoso devido às velocidades e ultrapassagens…

Enquanto estacionávamos vimos então a “jangada”, moderna, que seria o nosso meio de transporte até ao complexo.

Após a partida “o primeiro postal”:


E lá arrancámos nós em direcção ao local tão “místico” que a Andreia tinha referido. Cerca de 2 minutos após a partida a vista era esta:


Depois de, num local, o “marinheiro” nos ter alertado para a presença de 2 jacarés (que nenhum de nós viu devido à distânci), olhando para trás tínhamos esta vista:


Cerca de 15 minutos depois da partida avistei aquilo que parecia ser o complexo


Mas pensei que não deveria ser aquele… Tendo em consideração o preço, deveríamos ir para algo um bocadinho melhor. Enquanto nos íamos aproximando a velocidade da “jangada” ia reduzindo e comecei a recear que, de facto, o complexo fosse ali. Nos primeiros instantes estava incrédulo. Não queria acreditar que era ali. As “casas” tinham um aspecto muito rudimentar e pouco confortável… Mais de perto a vista era esta:


Chegados a bom porto tínhamos uma anfitriã. Uma senhora já reformada da Namíbia que nos recebeu de uma forma muito carinhosa e família. O Pedro e a Paula são frequentadores “assíduos” e por isso mesmo tivemos direito a uma atenção mais especial. Feita a recepção iríamos então levar as coisas para os quartos e…




… e eram assim.

E após vistos os quartos, confesso, que as perspectivas para o fim-de-semana melhoraram significativamente.

Basicamente o complexo tem uma construção principal que é o restaurate e bar e depois, através de passadiçoes de madeira, faz-se o acesso aos quartos que são, basicamente, iguais entre si (excepção feita a um que tem, creio, 12 camas).

À frente do complexo um dos canais do Rio Longa e, do outro lado do cordão dunar, a praia. Para o acesso à praia cerca de meia dúzia de kaiakes para que os hóspedes não se molhassem.

Ao fim da tarde “um quadro” pintado à frente da varanda do quarto…




Enquanto registava “os quadros” outros dois…

A “Jangada” que faz o transporte desde o parque de estacionamento até ao complexo:


O passeio de kaiake de uma família…


E pouco tempo depois um pôr-do-sol tipicamente Africano.





E a minha preferida…


E depois de um belo jantar, não havendo energia eléctrica a nossa noite foi passada a jogar póquer na varanda do restaurante. Alguns mosquitos mas, sem dúvida nenhuma, um bocado bem passado. Parafraseando a Andreia “deitámo-nos com as galinhas” porque, sendo o pôr-do-sol pelas 18 horas pelas 21 já parece que é meia noite.

Também por isso um local óptimo para descansar.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

3 de Março – Mais uma viagem se aproxima…

O fim-de-semana está quase a chegar e, com ele, mais uma viagem por Terras Avermelhadas.

Depois de alguma incerteza quanto à possibilidade de ir, por motivos profissionais, hoje tive a certeza que iria.

Complexo do Rio Longa estamos quase a chegar…

“Em breve” mais fotografias de Angola serão publicadas.

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